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Convívio na Vila Açaí

Palavras de quem conhece

O que as famílias
dizem da Vila

São as palavras de quem passou pela mesma dúvida que você talvez tenha hoje — e encontrou na Vila Açaí um lar de verdade.

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12+

anos de experiência

150+

famílias atendidas

4.9

média de satisfação

98%

recomendariam a Vila

Depoimentos

Vozes de quem viveu a experiência

RM

Renata Monteiro

Filha de moradora · Belém, PA

Minha mãe mora na Vila Açaí há quase dois anos, na modalidade de cuidado cotidiano. O que mais me surpreendeu foi como ela se adaptou rapidamente — algo que eu temia muito. A equipe faz isso parecer natural. Ela ganhou companhia, rotina e até uma amiga nova.

Abril de 2025

CT

Carlos Tavares

Filho de morador · Ananindeua, PA

Visito meu pai toda semana e sempre encontro tudo no lugar — a casa limpa, ele bem alimentado e de bom humor. A Márcia conhece cada morador pelo nome e pelas preferências. Isso não é algo que se encontra facilmente.

Maio de 2025

LS

Luciana Sousa

Neta de moradora · Belém, PA

Minha avó estava resistente no começo — qualquer pessoa estaria. Mas três semanas depois de entrar, ela me ligou para dizer que estava gostando da comida. Isso foi tudo. A alimentação é realmente boa, com sabores que ela reconhece da vida toda.

Março de 2025

JF

Jorge Fonseca

Irmão de morador · Belém, PA

Meu irmão tem a suíte privativa e ficou muito satisfeito desde o início. Ele é uma pessoa que valoriza muito a privacidade e ficava preocupado com como seria dividir espaço. A suíte deu a ele o que precisava — privacidade com a segurança de não estar sozinho.

Abril de 2025

AP

Ana Paula Lemos

Filha de moradora · Icoaraci, Belém

Pesquisei bastante antes de escolher. O que me decidiu pela Vila foi a visita — o espaço tem uma calma que não se descreve bem em palavras. Minha mãe diz que dorme melhor do que dormia em casa. Para mim, isso já é muito.

Maio de 2025

MO

Marcelo Oliveira

Filho de morador · Belém, PA

O Roberto, coordenador de cuidados, nos ligou na primeira semana para contar como meu pai estava se adaptando. Esse contato espontâneo, sem precisar pedir, foi o que me mostrou que estávamos no lugar certo. Já fazem oito meses e seguimos muito tranquilos.

Maio de 2025

Histórias

Percursos que fazem sentido contar

01

O desafio

Dona Edite, 78 anos, morava sozinha após o falecimento do marido. Os filhos moravam em outros estados e ficavam preocupados com sua segurança e alimentação. Ela resistia à ideia de "sair de casa".

02

A transição

A família fez três visitas à Vila antes de qualquer decisão. Dona Edite participou das duas últimas e foi ela quem disse que queria ficar. Começou com o quarto residencial básico. Em seis meses, pediu para participar das atividades de jardim.

03

O resultado

Um ano depois, Dona Edite diz que a Vila é a casa dela agora. Perdeu o peso que a médica pedia que perdesse, dorme com regularidade e fez amizades. Os filhos visitam a cada dois meses e saem mais tranquilos do que chegam.

"Eu pensei que ia sentir falta da minha casa. Sinto. Mas sinto de um jeito bom, porque sei que ela ainda existe — e eu fiz uma nova aqui também."

— Edite N., moradora há 14 meses

01

O desafio

Seu Francisco, 83 anos, tinha mobilidade reduzida após uma queda. A família buscava um espaço com suporte contínuo mas sem ambiente de hospital — ele era muito agitado e ficava mal em lugares muito clínicos.

02

A transição

Escolheram a modalidade de cuidado cotidiano. O Roberto, coordenador, passou os primeiros dias aprendendo os hábitos dele — como ele gosta do café, quando prefere ficar quieto. Isso fez toda a diferença no ritmo de adaptação.

03

O resultado

Seu Francisco conseguiu retomar caminhadas leves no jardim com apoio. A família relata que ele ficou mais comunicativo e menos ansioso. A agitação que tinha em outros ambientes diminuiu consideravelmente no ambiente tranquilo da Vila.

"Ele não gostava de ser ajudado. Na Vila, de alguma forma, aprendeu a aceitar sem sentir que estava perdendo a dignidade."

— Filha de morador

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